Que possamos conhecer Jesus de verdade!
Ele tinha o conhecimento que era chegada a hora fatal da crucificação e não haveria muito mais tempo para falar a seus amados discípulos. O coração dele esteve bastante sensível naquela ocasião. O Mestre tinha que ser forte, não poderia deixá-los sem esperança.
Nasceram dessa necessidade as suas palavras:
-Eu deixo para vocês a paz, eu lhes dou a minha paz. A paz que lhes dou não é como a paz que o mundo dá. Que o coração de vocês não fique perturbado e nem tenha medo. Vocês ouviram o que eu disse: voltarei para vocês.
Tantos querem saber que paz é essa. E se perguntam: conseguirei tê-la? Como?
Para uns, essa
paz está em ter pensamentos claros, sinceros, honestos. Para outros, a paz está
em ajudar as pessoas que necessitam de auxílio.
A certeza, todavia, é que a paz nasce sem dúvida na consciência que se reflete nas águas do lago límpido em que podemos nos mirar. Trata-se de um lago divino que nos mostra o nosso próprio rosto.
Rosto que exprime felicidade pelos deveres cumpridos no lar, na profissão e onde quer que se esteja. É a vida vivida sem preguiça, fazendo o melhor que se pode. É olhar nos olhos, acolher, evitar mortes por falta de atendimento adequado.
É preciso lembrar que o tempo passa e tem muitas energias pesadas circulando pelo planeta. Somente buscando a paz através dos deveres cumpridos é que conseguiremos nos livrar das emanações tóxicas que tem chegado e abocanhado os imprevidentes.
Façamos boas
escolhas!... Assim seja!